O ministro das Finanças de Angola disse hoje que espera que as medidas aprovadas e o apoio técnico do Fundo Monetário Internacional (FMI) crie condições para captar recursos financeiros em condições mais favoráveis do que as oferecidas pelo Fundo.
O diretor adjunto do departamento de Assuntos Fiscais do Fundo Monetário Internacional (FMI) desvalorizou hoje à Lusa a divergência entre o Fundo e o Governo português sobre as previsões para a evolução do défice orçamental.
O FMI estima que Portugal consiga reduzir a dívida pública para perto de 105% do PIB até 2023, uma redução superior a 20 pontos percentuais e que é a mais forte da zona euro nos próximos seis anos.
O primeiro-ministro defendeu hoje que as "projeções otimistas" do FMI para o crescimento económico de Portugal "não se devem aos astros" mas à capacidade de trabalho e iniciativa dos industriais portugueses e à "excelência dos recursos humanos".
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu hoje em baixa a perspetiva de crescimento da economia de Moçambique para 3% este ano e 2,5% no próximo ano, acelerando para 9,9% em 2023.
A diretora-geral do FMI elencou hoje a rejeição do protecionismo, a prevenção dos riscos financeiro e orçamental e a defesa do crescimento de longo prazo como as três principais mensagens dos Encontros da Primavera.
O chefe da missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) para Angola disse hoje que a instituição está disponível para negociar um programa de assistência financeira com o Governo angolano, mas admite que não haja necessidade face à valorização do petróleo.
O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social recusou hoje haver razões para os parceiros do Governo terem preocupações de última hora em relação ao debate em torno das alterações à lei laboral.
O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, considerou que a garantia dada ao FMI pelo Governo, de que as medidas laborais da 'Troika' não estão em causa, é um dos "maus sinais" dados pelo PS.
O Governo está "firmemente empenhado" na correção de desequilíbrios económicos e sociais e, para isso, vai implementar o Programa Nacional de Reformas, disse hoje o Ministério das Finanças.
O Governo garantiu ao Fundo Monetário Internacional (FMI) que as reformas tomadas durante o programa de ajustamento "não estão em causa", mas sublinhou a intenção de continuar a reduzir a segmentação do mercado de trabalho.
O FMI pede prudência ao Governo no aumento dos salários, avisando que subidas permanentes na despesa pública podem reduzir a margem de adaptação do país numa situação de crise, e defende menos taxas reduzidas de IVA.
O FMI e a Comissão Europeia continuam a defender mais flexibilidade nos contratos permanentes, considerando que é a dificuldade em despedir que motiva as empresas a contratarem a prazo e que, por isso, a diferenciação da TSU não chega.
A agência de notação financeira Moody's considera que Portugal continua a ser mais sensível às alterações dos mercados do que os seus pares europeus, embora os reembolsos antecipados ao FMI tenham melhorado a resiliência da dívida portuguesa.
O Governo português pagou esta quarta-feira mais uma parcela do empréstimo ao Fundo Monetário Internacional (FMI), no total de 831 milhões de euros, a “’tranche’ mais cara do empréstimo” pela taxa de juro praticado, divulgou o executivo.
A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, considerou hoje "impressionante" a recuperação da economia portuguesa ao longo dos últimos anos, salientando a capacidade de pagamento do empréstimo internacional contraído em 2011.
O primeiro-ministro, António Costa, reúne-se hoje, de manhã, em Davos, na Suíça, com a diretora-geral do FMI, Christine Lagarde, no dia em que Portugal antecipa a esta instituição um pagamento de 800 milhões de euros.
A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, reuniu-se hoje de manhã com o Presidente de Angola, João Lourenço, à margem da reunião do Fórum Económico Mundial, que decorre esta semana em Davos, anunciou hoje a instituição sediada em Washington.
O secretário de Estado das Finanças anunciou esta segunda-feira no Eurogrupo, em Bruxelas, que Portugal vai efetuar o pagamento antecipado de 800 milhões de euros ao FMI, concluindo assim o reembolso da tranche mais cara do empréstimo desta instituição.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) melhorou as estimativas de crescimento da zona euro, estimando agora que a economia do conjunto dos países da moeda única europeia cresça 2,2% em 2018 e 2% em 2019.
Portugal reembolsou mais 1.000 milhões de euros ao Fundo Monetário Internacional (FMI), concluindo os pagamentos antecipados deste ano, que ultrapassaram os 10.000 milhões de euros, anunciou hoje o Ministério das Finanças.
A secretária de Estado do Tesouro da Guiné-Bissau, Felicidade Abelha, anunciou hoje que o Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou um empréstimo ao país de 1.572 mil euros ao abrigo do programa de facilidade de crédito alargado.
A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública pretende devolver antecipadamente ao Fundo Monetário Internacional mais 1.000 milhões de euros até final do ano, encerrando 2017 com um total de dez mil milhões de euros reembolsados.