O presidente da Comissão Nacional de Acompanhamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), Pedro Dominguinhos, pediu hoje tranquilidade, face à crise política que o país atravessa, para executar os investimentos deste instrumento.
O secretário-geral do PS, António Costa, reiterou hoje na Alemanha que está de "consciência absolutamente tranquila", mas que não está disponível para "exercer cargos públicos", nem a nível europeu, "enquanto não estiver esclarecido" o inquérito de que é alvo.
O atual Ministro do Ambiente disse hoje que Pedro Nuno Santos tinha “força, coragem, carisma e convicção, para o considerar o melhor líder para o futuro coletivo e para os tempos difíceis que enfrentaremos” e que, por isso, o apoia na candidatura à liderança do Partido Socialista.
O presidente do PSD, Luis Montenegro, garantiu hoje, no Porto, que não vai “fazer o frete” ao PS de “estar todos os dias a comentar” o que se passa naquele partido e que está “concentrado no futuro” do país.
O ministro da Educação, João Costa, disse hoje estar disponível para continuar em cargos governativos depois das eleições, apesar de reconhecer que ainda é cedo e que se tratam apenas de cenários especulativos.
O antigo ministro socialista Alberto Martins e Isabel e João Soares, filhos do fundador e primeiro líder do PS, Mário Soares, manifestam apoio à candidatura de Pedro Nuno Santos ao cargo de secretário-geral do PS.
A ministra da Habitação e militante socialista, Marina Gonçalves, manifestou hoje o apoio a Pedro Nuno Santos à liderança do PS, considerando que a sua candidatura representa o reforço do estado social, “fundamental para o desenvolvimento do país”.
O ministro da Administração Interna disse hoje que vai manter-se em funções no Governo durante o processo eleitoral interno em que é candidato a secretário-geral do Partido Socialista.
O presidente do Chega anunciou hoje que o partido vai propor, no arranque da próxima legislatura, a constituição de uma comissão parlamentar de inquérito aos negócios do hidrogénio e do lítio.
António Costa demitiu-se por estar a ser investigado pelo Supremo Tribunal de Justiça, é normal. O seu chefe de gabinete tinha 75,8 mil euros guardados em São Bento, é normal. O melhor amigo, Diogo Lacerda Machado, é agora inimigo, é normal. O ministro João Galamba não queria demitir-se, é normal. O
O Presidente da República disse hoje que se reuniu com a procuradora-geral da República no dia da demissão do primeiro-ministro a pedido de António Costa, referindo que o próprio chefe de Governo já tinha esclarecido isso.
O Presidente da República afirmou hoje que quer evitar comentários sobre o passado recente e o futuro próximo da política portuguesa para se manter imparcial no novo ciclo, perante os partidos que vão disputar eleições.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou hoje que foi surpreendido pelos acontecimentos de 7 de novembro, quando o primeiro-ministro, António Costa, apresentou a sua demissão por causa de uma investigação judicial.
O líder parlamentar socialista afirma que só indicará o seu voto nas eleições internas para a liderança do PS após a aprovação final do Orçamento do Estado para 2024, marcada para o próximo dia 29.
O vice-presidente do Grupo Parlamentar socialista Francisco César vai ser o diretor de campanha da candidatura do ex-ministro Pedro Nuno Santos à liderança do PS, disse hoje à agência Lusa fonte deste partido.
O ministro dos Negócios Estrangeiros português, João Gomes Cravinho, considerou hoje que mais do que a estabilidade política, fundamental é a estabilidade das instituições nos países, numa alusão à atualidade em Portugal e na Guiné-Bissau.
A coordenadora do BE considerou hoje que a demissão do ministro das Infraestruturas, João Galamba, "pecou por tardia" e defendeu a necessidade de se respeitar as decisões tomadas pelo primeiro-ministro de um governo com os dias contados.
O presidente da IL, Rui Rocha, desafiou hoje António Costa a mostrar na pasta das Infraestruturas "isenção e dedicação" que considerou não ter tido nos últimos dias como primeiro-ministro.
A defesa do ex-chefe de gabinete do primeiro-ministro, Vítor Escária, vai recorrer das medidas de coação aplicadas no processo Operação Influencer, enquanto o advogado do consultor Diogo Lacerda Machado está ainda a avaliar esse cenário.
O advogado e ex-dirigente do PS António Vitorino assegurou hoje que ninguém lhe falou sobre uma possível substituição de António Costa, na sequência da demissão do primeiro-ministro anunciada após a investigação que o envolveu no caso Operação Influencer.
O ministro da Economia e do Mar negou hoje ter feito algum contacto com o consultor Lacerda Machado e afastou a possibilidade de se demitir, lamentando ainda o impacto que o caso teve para o primeiro-ministro.
O ministro do Ambiente e Ação Climática, Duarte Cordeiro, considera ser um dever de serviço público participar no Governo, até que seja substituído por outro, mas diz que a última palavra é sempre do primeiro-ministro.