O Presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk-yeol, defendeu hoje a imposição de lei marcial como um ato de governação, acusou a oposição de paralisar o governo e negou acusações de rebelião.
O parlamento da Coreia do Sul aprovou hoje a destituição do ministro da Justiça, Park Sung-jae, e do chefe da polícia, Jo Ji-ho, devido à breve imposição da lei marcial, na semana passada.
A equipa de segurança do presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, impediu esta quarta-feira que uma equipa especial da polícia cumprisse uma operação de busca no seu gabinete, no âmbito da investigação por insurreição devido à polémica e breve declaração de uma lei marcial na semana passada.
A oposição da Coreia do Sul agendou para sábado a votação no parlamento de uma segunda moção de destituição contra o Presidente Yoon Suk--yeol, disse hoje um porta-voz do Partido Democrático.
O ex-ministro da Defesa da Coreia do Sul Kim Yong--hyun tentou cometer suicídio, mas falhou e encontra-se em estado estável, disseram hoje as autoridades de Seul.
As mulheres jovens sul-coreanas votam mais à esquerda e estão a emergir como líderes de opinião, incluindo nos últimos dias, quando saíram em força para as ruas a exigir a destituição do Presidente conservador.
O principal partido da oposição da Coreia do Sul anunciou hoje que vai tentar novamente, no dia 14 de dezembro, destituir o Presidente Yoon Suk Yeol, cujo partido tenta tomar o poder.
O ministro do Interior da Coreia do Sul, Lee Sang-min, apresentou o pedido de demissão após a declaração da lei marcial que provocou uma profunda crise política no país, segundo a AFP.
O ex-ministro da Defesa da Coreia do Sul, Kim Yong-hyun, foi preso pelo seu papel na declaração da lei marcial que mergulhou o país em turbulência, informou a imprensa local, destaca a AFP.
O presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, evitou moção de destituição graças ao boicote dos parlamentares do seu partido, que não compareceram à votação de uma moção de destituição, apresentada pela oposição após imposição da lei marcial na terça-feira.
O Presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk-yeol, apresentou hoje "sinceras desculpas" pela imposição da lei marcial, mas não se demitiu, poucas horas antes da votação parlamentar da destituição.
O chefe das Forças Especiais da Coreia do Sul disse hoje ter rejeitado ordens do Ministério da Defesa para retirar à força os deputados que recusaram deixar o parlamento durante a lei marcial de terça-feira.
O Presidente da Coreia do Sul aceitou hoje a renúncia do ministro da Defesa, que assumiu a responsabilidade pela declaração da lei marcial, e nomeou um militar aposentado, Choi Byun-hyuk, para o cargo.
O parlamento da Coreia do Sul vai votar uma moção de destituição do Presidente Yoon Suk-yeol no sábado, noticiou hoje a agência de notícias pública sul-coreana Yonhap.
O presidente Yoon Suk Yeol mergulhou a Coreia do Sul no caos político ao impor a lei marcial e enviar o Exército ao Parlamento, antes de ser obrigado a desistir da medida.
O Presidente Yoon Suk Yeol lançou o pânico nesta última terça-feira ao invocar a lei marcial para todo o território. Algumas horas depois, no entanto, voltou atrás na sua palavra com o veto do parlamento.
A breve imposição da lei marcial por parte do presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol é um exemplo da fragilidade mundial da democracia, inclusive num país aclamado como um modelo de transformação.
O ministro da Defesa da Coreia do Sul, Kim Yong-hyun, apresentou o pedido de demissão esta quarta-feira, após a crise política provocada pela decisão do presidente Yoon Suk Yeol de impor a lei marcial no país, medida que permaneceu em vigor por algumas horas.
Seis partidos da oposição na Coreia do Sul apresentaram hoje uma moção para a destituição do Presidente Yoon Suk-yeol, depois de este ter visto revogada a lei marcial que decretou na véspera.
O presidente da Coreia do Sul declarou esta tarde a lei marcial em todo o país, acusando a oposição de controlar o parlamento e de simpatizar com a Coreia do Norte. O parlamento do país votou contra a medida e este decidiu revertê-la.
Os Estados Unidos expressam "grande preocupação" com a Coreia do Sul depois de o presidente Yoon Suk Yeol ter declarado, esta terça-feira, lei marcial, e esperam que a situação se resolva respeitando o "Estado de direito", declarou o vice-secretário de Estado, Kurt Campbell.
A Assembleia Nacional sul-coreana votou na madrugada de quarta-feira (hora local) a favor do levantamento da lei marcial de emergência decretada pelo Presidente Yoon Suk Yeol visando proteger a "ordem democrática constitucional".