A Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans) defendeu hoje que a gestão da Carris deveria ter permanecido no Estado e assumiu que receia que a empresa seja concessionada a privados no futuro.
O vereador do PSD na Câmara Municipal de Lisboa António Prôa considerou hoje que a passagem da Carris para gestão do município, separando-a do Metropolitano, é "uma irresponsabilidade" e um "presente envenenado".
A rodoviária Carris assegurou hoje que as agressões sofridas pelos motoristas, guarda-freios e fiscais são motivo de “grande preocupação” para a empresa, que conta com a colaboração da PSP para acompanhar esses profissionais.
A partir de 1 de janeiro a gestão da Carris é assumida pela autarquia de Lisboa. Fernando Medina apresentou o plano para a Carris municipalizada com a presença do Primeiro-ministro, António Costa.
O memorando de entendimento para a passagem da gestão da rodoviária Carris para a Câmara Municipal de Lisboa é hoje assinado entre o ministro do Ambiente, a autarquia e a empresa, anunciou o Governo.
A Comissão de Trabalhadores (CT) da Carris aplaudiu hoje a entrega da gestão da empresa à Câmara de Lisboa, afirmando que é o “primeiro passo” para que a rodoviária possa voltar a ser autónoma financeiramente.
Mais corredores BUS, melhores passadeiras e estacionamento disciplinado são as primeiras medidas que o sindicato que representa os motoristas da Carris quer ver tomadas pela Câmara de Lisboa, que vai gerir a empresa a partir de janeiro.
Com um passe exclusivo de Metro, Carris e CP para participantes da Web Summit e com o aeroporto a desenvolver operação para registar 30 mil pessoas, Lisboa tem as suas infraestruturas de transportes prontas para receber o evento tecnológico.
Mais de quatro mil títulos de transporte foram pedidos no âmbito da iniciativa "Passe a Passe" que a Área Metropolitana de Lisboa (AML) lançou em setembro, por ocasião da Semana Europeia da Mobilidade, indicou hoje aquela entidade.
O Tribunal Comercial de Londres começa hoje a apreciar o recurso da decisão sobre o diferendo com o Banco Santander Totta nos contratos 'swap' apresentado pelas empresas públicas de transportes Metropolitano de Lisboa, Carris, Metro do Porto e STCP.
A proposta do Orçamento do Estado para 2017 prevê 11,955 milhões de euros para financiamento de infraestruturas, bilhética e frota em duas administrações portuárias e nas cinco empresas públicas de transporte ferroviário e rodoviário.