
A empresa indica que a produção do modelo Nissan Rogue “será mantida na fábrica de Smyrna, no Tennessee [EUA], de forma a manter produção nos Estados Unidos, isento dos novos direitos aduaneiros”.
A Nissan, uma empresa com elevadas dívidas e cujo lucro operacional caiu a pique, anunciou em novembro que iria cortar nove mil postos de trabalho em todo o mundo e reduzir a capacidade de produção em 20%.
Em fevereiro, a empresa tinha especificado que queria reduzir a produção nas suas fábricas americanas de Canton (Mississippi) e Smyrna.
Mas a situação mudou, um dia depois da entrada em vigor das sobretaxas norte-americanas de 25% sobre os automóveis importados.
Em 2024, cerca de 30% das vendas globais da Nissan foram nos Estados Unidos, ou 924 mil veículos vendidos, mas deste total, apenas 524.900 saíram das suas fábricas norte-americanas, sendo os restantes 43% importados, principalmente do Japão e do México.
Por outro lado, a empresa vai deixar de comercializar nos Estados Unidos dois modelos SUV produzidos numa fábrica no México.
A Nissan também está a “suspender as encomendas dos Infini QX50 e QX55” produzidos no México para os Estados Unidos.
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